17 de outubro de 2011

No momento não estou disponível...deixe seu recado!


Olá pessoas!

É óbvio que quem me lê, mesmo que de vez em quando, já percebeu que tenho escrito com menos frequência, mas para tudo tem explicação, inclusive minha suspensão temporária do blog.

Preciso focar em outras coisas, afinal são 3 matérias de cálculo + casa + filha (+ ensaio final de semana) + marido + euzinha (academia/dieta, etc). Então peço que ninguém me abandone por enquanto, prometo vir contar as novidades (tcharãmmmm) num futuro próximo, aí irão entender o porquê (me corrijam se estiver errado, é uma das coisas que tem que entrar na cabeça, os porquês) desta minha debandada.

O twitter da doidadecasa estará no ar, trazendo na maioria das vezes notícias de Ilhéus e região.

Mas não, não irei acabar com o blog, pois em breve teremos novos rumos dele também, logo é uma pausa e não final do processo que começou na #loka mudança para Ilhéus.

Volto entre novembro e dezembro, quem sabe até antes se eu conseguir eliminar as matérias da facul.

Como dizem num dos meus ambientes prediletos, os restaurantes da vida: 

Desculpe pelos transtornos, 
obrigada pela preferência e 
volte sempre!
;)



1 de outubro de 2011

Schhhh silêncio!

Olá pessoas!

Não sei se quem 'me lê' agora vai entender o sentido da coisa. Quantas vezes repetimos a palavra silêncio e muitas vezes não conseguimos suportá-lo? Eu explico. Quando tinha até 20 e poucos anos (outro dia, claro) sabia ficar em silêncio em locais necessários, cinema, teatro, mas no dia a dia ele me incomodava.Não falo sobre o silêncio de ruídos, mas sim do próprio (do seu) silêncio. 

Ontem fui ao cinema aqui em Salvador e como sempre, celulares tocaram, pessoas conversaram, entre outras faltas de educação corriqueiras. Aí lembrei que um desses dias ouvindo o programa Roda Baiana estava sendo discutido o projeto de lei que obriga as pessoas (não tão educadas) a desligarem seus celulares em locais culturais e me remeteu novamente ao silêncio.

Tão difícil de ser conseguido hoje, tão raro em grandes cidades. Na espera pela minha mamis carona  fiquei observando na porta do shopping o quão barulhento o ser humano é. Não pode nem andar que tem que arrastar a chinela, gritar no celular como se quem estivesse do outro lado não ouvisse, tem que buzinar pra chamar a atenção, tem que ouvir o som do seu carro como se os do lado de fora adorassem o tal "mete, tira, enfia, desce, rala...". Eu até aumento o som do carro, mas se para me impedir de ouvir essas grosserias.

Aí, continuando, ia sair 'nestante' mas desisti. Primeiro uma necessidade fisiológica me prendeu, depois lembrei que preciso estudar, até que quando me vi no silêncio (quase total, aqui na casa de mamis é tranquilo) percebi o quanto ele me faz falta. O silêncio de estar só, no sentido literal da palavra. Sem filha, marido, mãe, amigos e ainda sim estar bem. Não me lembro a última vez que fiquei assim. Normalmente a ansiedade para sair, ouvir música, assistir tv não me deixam ficar assim, quieta. Bom, vou aproveitar...

Schhhh silêncio que agora vou estudar!