27 de setembro de 2012

Aqui e lá também!

Então, continuando sobre Brasília, tive a oportunidade de presenciar a falta de educação diversas vezes nada comparado ao trânsito daqui e me surpreendi negativamente. 

Logo que chegamos, ainda no aeroporto, fui em busca de um táxi e não vi literalmente fila em lugar algum, só as pessoas chegando e entrando nos táxis. Quando nos dirigimos a 1 (isso éramos eu e Bia, uma criança de 6 anos), um senhor careca mas não tão velho quase me empurrou dando um berro que não entendi. Olhei novamente em volta e não enxerguei nenhuma fila, mas perguntei a um senhor parado como eu pegaria um táxi ali e ele me indicou uma placa que 'seria'  a tal fila. 

Ok! Nos dirigimos à fila e quando chegou a nossa vez um outro ser humano do sexo masculino dessa vez um oriental quase me empurrou para entrar no táxi ao qual nos dirigíamos. Mas aí foi quase, já que entendi que lá ou se empurra ou se rouba né políticos para se conseguir algo, dei uma malada nele e avisei pra não se aproximar que já tinha entendido como funcionava aquilo ali com tanta gente mal educada... #alokarodandoabaiana

Passado o estresse incial liguei o gps já que não sou trouxa e o motorista que até aquele momento não havia dirigido nenhuma palavra a mim disse: 'Ah, isso não funciona não senhora!' Eu que de besta não tenho muita coisa respondi que além do gps eu conheço a cidade naquele momento ainda era mentira,rs. Ele tentou pegar outro caminho mas expliquei educadamente que preferia ir pelo o caminho tal.

Mas o que mais me impressionou foi no teatro infantil. Fomos, dessa vez a família toda thanks God, assistir Era uma vez...Grimm ótimo por sinal,mas quando atrasou o início do espetáculo deu uma sensação de que estou em casa e infelizmente vi de novo a falta de educação local. O lugar era marcado, mas as pessoas insistiam em sentarem-se nos lugares alheios o que gerou diversas vezes aquele mal estar. Mas o cúmulo da ousadia e falta de educação veio de uma senhora leia-se lá pelos 40 e tantos metida a garotinha leia-se de shortinho e camisetinha (inhainha mesmooo) que comprou 3 ingressos e estava em 4 pessoas. Ela se sentou na fileira de trás (onde eu estava pois não consegui comprar os 3 juntos) e a dona das cadeiras chegou com a criança pequena e a tal senhora perguntou se poderia ficar ali!!! A resposta foi a melhor coisa: NÃO, EU PAGUEI PELAS DUAS! 

Ai como eu gostei,rs....e aí me senti em casa mais ainda ;-)


21 de setembro de 2012

Brasília II - amigos

Agora a postagem entra, eu acho pelo menos, rs... não sei o que aconteceu com a anterior, mas vou continuar que é o que me interessa.

Estou vivendo 10 dias por mês em Brasília marido viajando a trabalho e nós vindo aqui e tenho que ser muito grata forever  à Susy e Mikael, que têm nos recebido e cedido além da estadia, o tempo e suas vidas. Afinal, sei perfeitamente que visitas constantes todo mês durante tanto tempo só muito carinho e amizade. E outra, é uma família com criança e hábitos diferentes invadindo o espaço de um casal.

Não tenho palavras para descrever a gratidão eterna que terei por estes momentos. A dedicação que nos tem sido dispensada é ímpar. Como dizem por aí: é na dificuldade que conhecemos nossos verdadeiros amigos. 

E posso afirmar, tenho poucos, pouquíssimos, mas me bastam e a eles dedico meus melhores pensamentos e desejos.

P.S.: Não posso esquecer e nem deixar de citar, também em Brasília, o Rafa e Nat...mas família é família, estamos sempre juntos e misturados!

5 de setembro de 2012

Respeitando

É difícil ter o diferente próximo e respeitá-lo. É difícil não só por ser diferente, mas sim porque nosso espaço requer delimitações que nem sempre o diferente consegue entender. A cada dia que passa tenho a sensação de que o esforço para entender é sobre-humano e partindo disso me concentro no respeito que é muito mais fácil.

Na verdade, fácil mesmo não é a palavra correta, mas seria assim algo como ser natural. Afinal para mim é muito mais fácil respeitar o outro que entendê-lo, que aí passa muito por aceitá-lo, coisa impossível para mim por milhares de motivos que diversas pessoas iriam me apoiar e outras tantas me crucificar mas f%*&$% pois não me importo. E outra, quem sou eu para aceitar ou não os outros. Convivemos em sociedade e tenho que respeitar as pessoas antes de tudo, aí já vivo numa boa.

Começo a pensar em quanto sou criticada pelas minhas posturas muitas vezes radicais para alguns até demais mas continuo dizendo: não me importo. Sendo assim, respeito o espaço e a postura alheia por mais que isso me custe crises muito bem veladas do considerado por mim diferente. Por muitas vezes não me encaixar nos padrões pré-estabelecidos consigo me faz entender o quanto é necessário respeitar o outro e olhe que é um esforço sempre, mesmo eu não sendo nenhum anjo. Como também incomodo por vezes muito demais fico imaginando o quanto isso custa para algumas pessoas ao meu redor.

Claro que também sei que não posso levar tudo tão a ferro e fogo, mas fazer o que, se depois de quase 3 décadas eu entendo o que devo e não devo fazer mas mesmo assim não aceito essa mudança específica.Se eu fosse meiga e doce ia ser um porre. 

Se sendo assim, com cabelos revoltos ao vento já me dou mal em várias situações, com pessoas que se aproveitam, pense aí como seria caso eu amansasse minha fúria me senti a princesa Merida de Valente hahahahaha iam pintar e bordar...mas não...deixa pra lá viu? Tô começando a me estender demais...

--Sessão de análise terminada, próximo por favor---

2 de setembro de 2012

Você tem fome de que?


Na TPM a única vontade que me acomete é a de doces. Mas doces muito específicos e que me fizeram cair em tentação essa semana. Na verdade essa semana poderia ser excluída do calendário dietístico? Não cometi apenas 1 deslize, mas caí numa ribanceira, pois não foi só 1 dia...tá não vou entrar nos detalhes horrendos dessa vez.

O fato é que a balança foi legal comigo e me permitiu essa lambança toda, mas agora acabou. Ok, ainda terei algumas necessidades alimentícias fortes até o final da semana, pois a ansiedade não está sendo equilibrada nem me diga para controlar, que isso é algo fora do meu alcance e de qualquer pessoa ansiosa.

Mas o que importa é que continuo focada, nadando e recebendo alguns elogios que motivam mais que o espelho, devo confessar. E com isso sigo mais forte do que firme.

Essa semana vou testar receita de pão sem glúten e sem lactose, se der certo posto aqui. Minha vida de doidadecasa está em suspensão, mas continuo me dedicando a experiências culinarísticas.

E para apaziguar a fera da gula, Titãs nela: Comida