28 de janeiro de 2013

Com essa idade...

...Bia andava, falava e começava a demonstrar suas vontades.

Eu, após 2 anos de blog ainda não tenho tanta maturidade assim. Continuo com tantas dúvidas como quando comecei. Elas mudaram, fato, mas ainda assim minhas mudanças estão em constante movimento. Redundante né? 

Normalmente depois de uma certa idade começamos a fazer balanços de todo aquele percurso ou na virada do ano, de idade, que seja e me peguei fazendo isso. Analisando onde cheguei ok, 3 cidades, 2 estados e muitos km rodados e como cheguei. O quanto minhas prioridades mudaram. O quanto minha vida mudou.

Hoje, prestes a me formar ouvi daqui os gritos de aleluia hein, relaxa aí, e com um futuro completamente ligado a minha família. Minhas decisões são apenas um reflexo do que me tornei ao longo destes 2 anos passados duros mas que acabaram!. Meu desejo de cursar outra faculdade, numa área completamente adversa a atual, é reflexo da vontade de manter a família unida, junta mesmo.

Quando comecei o blog era só uma fuga de dificuldades que enfrentava todos os dias em Ilhéus, e hoje é quase um diário. É um lugar onde desabafo, onde mando notícias do mundo daqui e também onde opino sobre o que ninguém me perguntou ou não está nem um pouco interessado do que eu acho.

Com meus achismos e certezas descobri mais de mim. Uma auto-análise constante sobre o caminho que estou tomando ou o rumo que a vida está me levando

A minha busca atual é pelo meu caminho. Egoisticamente falando, apenas meu. Não abandonarei, sob hipótese alguma, este rumo traçado. Só quero encaixar meus anseios nele. Quero me satisfazer dentro do que está acontecendo

Antes que alguém me pergunte se estou melancólica ou coisas do tipo, sim estou. O inferno astral está na porta e com ele A mudança. É a hora em que olho para trás e vejo o que é perdido e o que não foi em vão. 

Acredito que estou assim muito pelo que li aqui e ali, pois me recuso a acompanhar a desgraça alheia, sobre a tragédia em Santa Maria. Quantos pedidos de desculpa que não foram ditos ou aceitos, quantos amores que se perderam e tantos outros que nem chegaram a acontecer. 

Esse acontecimento me fez refletir, mais, sobre a verdadeira importância dos sentimentos e de compartilhá-los. Sobre o que eu quero de verdade e não o que esperam que eu queira. Se for voltar a estudar outra coisa, que seja. E também se for cuidar da casa e da minha família, que isso também seja respeitado. Ou até mesmo voltar ser uma workaholicurbanadesenfreada também. 

Sinto hoje é que quero é apenas viver cada dia. E dessa vez como se cada um deles fosse terminar ao anoitecer. E vamos carpediemizá  pois nunca sabemos o dia de amanhã!

CARPE DIEM

24 de janeiro de 2013

Fogão, geladeira e afins

Não vejo a hora de ter uma cozinha para chamar de minha!

Compras feitas agora é hora de esperar a mudança definitiva por um tempo pelo menosTerei janela sobre a pia para ver o jardim, bancada de pedra e cozinha americana.

Área externa para deixar minha pequena brincar a vontade e quem sabe ter um animal para chamar de seu!

Voltei a cozinhar, a comida daqui é gordurosa demais pra mim, não estava aguentando. Não que seja de todo ruim nem todas, mas é difícil.

Já comemos feijãozinho preto com arroz integral, bifinho grelhado com cebolas, sopa, cozinhado e afins...falta experimentar e abusar novamente dos meus livros de receitas.

Senti falta da farinha no feijão do almoço e do dendê quando vi os quiabos lindos no mercado. 

O cheiro do acarajé também andou perturbando minhas memórias olfativas esses dias. Será que é saudade? Acredito que é falta de um lugar meu, isso sim!

Me sinto acampada, pois já tenho rumo definido para uma casa para A longa temporada.

O calor me deixa zonza e inchada. A falta dos meus queridinhos sem glúten e sem lactose também contribuem pra isso.

Sinto falta da rotina Fly

Quero 'espadas de Ogum' ou de São Jorge para ter na entrada da nossa casa. Vi isso agora a pouco.

Tenho dormido menos do que gostaria e não o cansaço ainda não me pegou de jeito. Mas deve ser a tal da ansiedade. Pelo menos não estou comendo feito louca, apesar do calor me fazer desejar sorvete o dia todo e pra morrer ainda não encontrei 'o' sorvete!.

Amanhã o menu será massa. Desfiarei a carne do ensopado, vou fazer um molho mais encorpado e jogar no macarrão. Afinal amanhã é sexta, dia de comer muiiito bem!


P.S.: Jorge do Salsaretti, aqui não tenho encontrado. Já fui em 2 mercados. Assim fica difícil opinar... 




17 de janeiro de 2013

Malas, embrulhos, pacotes, sacolas...

"Mande notícias do mundo de lá, diz quem fica..."

Mudanças até na última hora. Mamis fez A gracinha e nos deu de presente passagem para Araçatuba direto lá vamos nós voar de teco-teco, será que encontro o Jorge e 'seu Salsaretti'? Post futuro.

Direto (com conexão) até lá, pois ainda faltarão 150km para chegar na cidade depois de percorrer de carro é pertinho. Mas tá tudo lindo.

O problema serão as malas, ou melhor a mudança. Eu só tenho uma mala grande e a mochila. Bia tem apenas 1 mala grande, 1 sacola cheia, a mala de mão e mais de uma dúzia de caixas já embrulhadas que serão enviadas pelo Correios depois explico também.

Pra ir mesmo acho que só vai dar as malas, mochila, mala de mão e uma mala do marido que ficou ainda essa. Mas vamos ver. Se o excesso de bagagem não for excesso de gasto levo, senão fica pra ir depois.

Ansiedade? Só se for a de Bia que ontem antes de dormir perguntou que dia vamos e hoje quando acordou perguntou novamente, que nem o tradicional 'good morning mom' tinha me dado, hunf!

Eu? Com medo de chorar mais pra variar. Achava que tinha chorado tudo mais que necessário em 2012, mas não aguentei no casamento de tia Tella e tio Ecuro, e nas despedidas de Bia com as pessoas próximas...sim, sou sensível demais. Só de pensar já estou em lágrimas. 

Amanhã não vai a família toda, mas tia Fafá, tio Mauro, tia Bruninha, vovós Nalva e Tuca, vovô Batista e tio Peu já confirmaram presença. 

Mais uma vez um evento. Dessa vez de despedida. 

'..a hora do encontro é também de despedida...'

13 de janeiro de 2013

Não me encaixo mais

Não vejo a hora de ir embora. De começar minha vida. De ter meu espaço. De viver minha história.

Não me sinto mais parte daqui, me sinto a margem. Uma turista que já passou tempo demais num lugar e está no momento de voltar para casa.

Passagens compradas, roteiros traçados, malas sendo arrumadas, caixas para serem enviadas. Finalmente o fim de uma jornada, o início de uma nova caminhada.

Agradecer novamente é muitos piegas? Que seja. Obrigada a todos que se envolveram e nos envolveram com carinho neste projeto. Obrigada pela paciência nas minhas horas mais histéricas, pelas palavras de conforto quando o desespero começava a tomar conta. E sobretudo pela amizade dedicada a nós neste momento de transição.

Preciso ir, sair daqui, voltar ao meu lar. Conto as horas para isso acontecer. E antes que os melodramáticos digam que sou insensível com os que ficam, só tenho a dizer sinto muito. Saudade haverá sempre. Existem meios de diminuí-la. E se apertar demais o aeroporto mais próximo fica a 150km de mim

Provável que só volte a escrever do mundo de lá. E que ele me aguarde que tô chegando!





12 de janeiro de 2013

O que era sonho se tornou realidade

Gosto de escrever no calor das emoções. Literalmente emoções.

Acabei de chegar da celebração do casamento de Marcella, uma prima emprestada e amiga imensamente querida.

Escreverei e me tornarei repetitiva, sobre o que senti. 

Acompanhei, muitas vezes a distância, os preparativos. A ansiedade, a certeza de acerto quando se está tentando, a emoção de pensar sobre o que viria. Me emocionei dezenas de vezes conversando sobre o que iria acontecer, ou enquanto ajudava a colar uma florzinha. Conversei sobre as músicas, os vestidos, a entrada, a daminha - Bia. 

Hoje falei com minha mãe durante a festa sobre a admiração daquele acontecimento.

Devo ter ganhado o título de chorona da festa. Sempre me emociono em casamentos, mas ver acontecer fez toda a diferença. Acompanhei alguns momentos do relacionamento, o pedido de noivado, de casamento, o fazer acontecer. A música do final da celebração foi Pra sonhar de Marcelo Jeneci, que para mim tem um significado especial e particular, me emocionei mais.

Ainda choro com a recente lembrança...foi lindo. Cada detalhe pensado, cada coisa no seu lugar, a voz embargada de Marcella e a voz trêmula de Érico durante os votos. Os agradecimentos no qual estou incluída, mas quando é de coração é o que vale. Ver a alegria de tia Fafá com sua réplica armena da igreja de nosso São Judas Tadeu...

Acredito que valeu a pena cada um dos 3800 dias esperados por aquele momento dado da noiva, só replico. Acredito que todos se sentiram tocados pela vibração do que acontecia...

Só posso desejar muita felicidade a este casal que inicia uma nova jornada. Posso afirmar que dividir uma vida não é fácil, mas somar com quem se ama é algo fabuloso. Ter a certeza de que se caminha na mesma direção é um conforto para a alma. 

E sempre que o trem sair dos trilhos aguardem a próxima estação. Mantenham-se nos trilhos e tudo logo volta para o seu devido lugar.

Boa sorte e que venham os filhos!





10 de janeiro de 2013

Estou em Marte!?!

Estou ficando expert em mudanças. Essa é a minha segunda mudança de estado e coincidentemente a primeira foi feita quando eu tinha a idade de Bia minhas manias de ficar observando tudo e tomara que seja uma das últimas duvido.

Uma cidade com costumes diferentes típicos do interior como feira numa rua do centro da cidade, pessoas conversando sentados em suas cadeiras na porta das casas, crianças brincando de castanha na rua...e por aí vai.

Coisa comum para nós agora é ver araras passeando sobre nós. Das mais variadas cores. Lindas, ainda me encantam.

As dificuldades são as mesmas de outras cidades pequenas. Falta de infraestrutura é a regra. A cidade é quente, mas chove muito no verão (assim já soube) e com isso alaga, principalmente o centro. Muitas ruas de barro, me sinto me Brasília por causa da cor do carro.

O centro comercial, se parece bem com todos que conheço. Mas as ruas são largas e conforme me informei a cidade está vazia por causa das férias. Isso me assusta um pouco, porque as pessoas aqui dirigem meio loucas. Calma, nada como Salvador. Respeitam rotarória thanks God e nos cruzamentos existe preferencial.

Ainda estou me ambientando, conhecendo os mercados, mas já vi que os preços aqui não são nem um pouco justos. Soube também que tudo aumenta conforme o aumento do salário. A moça da loja de produtos de limpeza me contou que em novembro saiu o dissídio e aí as coisas aumentaram um pouco. Quando começou este ano, já com o aumento do salário mínimo, aumentaram assustadoramente, afinal aqui tem muita indústria, logo os peões recebem mais.

Já matriculei Bia numa escola que tem várias atividades extra sem pagamento extra, ufa! Já nos instalamos temporariamente nos apartamento mobiliado para procurar com calma um local para chamarmos de nosso e poder comprar os itens da casa do jeito que queremos, sem afobações e mistura de cores, rs.

Já comprei 3 pratos, 2 xícaras, 2 copos de vidro, 1 lixeira para o banheiro e 1 para a cozinha, 1 cesto de roupas e coisas para o café da manhã. Além claro de produtos de limpeza. Falando em mercados, eles me lembraram muito os de Ilhéus. Mas está tudo bem. Depois que adotei o lema pior é na guerra agora é só alegria. #Pollyannafeelings






6 de janeiro de 2013

Fim? Apenas o começo...

Após 2.566 km, 3 dias e 2 noites na estrada, chegamos ao destino inicial

O que tem no caminho entre Goiânia e Campo Grande? Verde com pontos brancos, verde com pontos marrons, malhados ou pretos e verde, muito verde.

Quando não é uma plantação de soja, milho ou sorgo (ainda não pesquisei do que se trata) é pasto com boi em cima. Só os imaginava no espeto, assando na brasa, amo!

Vimos um tucano cruzando a estrada sobre o nosso carro, foi emocionante. Além de siriemas, emas, tatus bola e tamanduás (mortos, uma pena)...

Estrada muito boa, apesar dos muitos desvios, e em Goiás quase toda sendo duplicada (a BR-060).

Sobrevivência na estrada? Anota aí:
- meia de compressão. Isso mesmo, minhas pernas aguentaram firmes e leves
- calça que tira a perna. Daquelas de trilha. Podem não ser muito gatinhas, mas quebram o galho quando a parada para almoço, ou as mais demoradas, têm mosquitos, além de não apertarem, serem frescas, leves e impermeáveis.
- Papel higiênico, lenço de papel e lenço umedecido (nunca se sabe quando pode precisar).
- Álcool gel.
- Almoço padrão: arroz branco, feijão sem carnes e carne ou frango. Dê preferência sempre às assadas, como saber de quando é aquele ensopado? Carne assada pelo menos se passar do ponto torra logo e fica com uma cara feia. Saladinha só em casa ou em lugares muito confiáveis, afinal ninguém tá afim de pegar uma amebíase né?
- Protetor solar antes de sair. Sempre. Rosto, braços e MÃOS! As mãos sempre denunciam a idade, então cuidar delas é fundamental.
- Água de 1,5l. Nunca se sabe onde será a próxima parada.
- Óculos de sol
- GPS e MAPA (o bom e velho mapa salvava quando o sinal do GPS não ajudava).
- Um biscoitinho ou algo que goste de beliscar, às vezes fazem a diferença no meio da tarde.
- Sapato fechado para viajar. No meu caso tênis. Vai que alguém errou a mira na hora do xixi? ecati
- escova, pasta de dente e PENTE.

Agora posso contar...passei 2 dias sem pentear de fato os cabelos. Esqueci o pente. Fiquei só desembaraçando com os dedos após lavar. O que salvou de não ter se embrenhado todo e berlotado sozinho (fazer os dreads)? Trança após o café-da-manhã. Acordava me cuidava e ia tomar café. Quando terminava, ia escovar os dentes e fazer a trança. Acertava os fios com 2 missis (grampos, rs) e pronto. Sobrevivi. E o melhor era que a cada parada para o xixizinho  amigo, era ver minha cara boa e não toda desgrenhada.

Para mim a melhor parte de uma viagem longa é a parada noturna. Planejamento é fundamental, ouvi hoje rs. Dividimos bem os quilômetros para descansar o máximo à noite. E a parada tem que ser digna. Nada de chorar centavos nessa hora. A qualidade do sono irá influenciar diretamente o dia que vem, e a falta do reflexo, provocada pelo sono, pode causar um estrago.

Bom, agora é descansar e aguardar o amanhã. Algumas providências a tomar e depois rumo a Três Lagoas, que são apenas 338 km. Mas como diria Marcella: o que era para frente, agora é para trás.

#Otimismonaveia







5 de janeiro de 2013

Verde, vermelho

Cruzar o oeste da Bahia é completamente diferente de descer a 101 (Br101). Linhas retas e muitas plantações, a perder de vista. A plena certeza que o crescimento econômico só privilegia uma região é triste.

A terra varia entre vermelha e tons marrons, mas vai ficando completamente vermelha a cada quilômetro que nos aproximamos de Goiás.

Cada parada é a uma surpresa. Encontrei divisões em um banheiro em torno de 1,50m, eu que sou ligeiramente maior vi uma senhora se constrangendo pela minha visão. Não consegui fechar a porta pois era muito apertado.

Um posto decente com comida boa e então saíamos da Bahia, ali tive certeza.

Estrada duplicada com asfalto bom. Estávamos em Goiás. Retas a perder de vista e a confundi-la. Hora de acertar a hora.

Vi poucos animais na pista, mas vi um corpo coberto próximo a um carro virado que não tenhamos essa surpresa novamente, é o meu desejo. Já tínhamos passado de Brasília.

Pessoas arriscando suas vidas e expondo outras é uma regra na estrada, uma pena.

Finalmente chegamos ao nosso pouso. Hotel decente para um descanso merecido. 2/3 da viagem cumprida, sensação de leveza e certeza de que repetiremos outras vezes essa viagem. Amamos a estrada, mesmo com todos os perigos inerentes onde não há?.

A saudade da pequena fica evidente a cada música que ela gosta ou tendo que parar o carro para uma galinha terminar de atravessar a pista com seus pintinhos. Ela ia amar ver isso. 3 gatinhos se aboletaram em fração de segundo, após a parada, sob o carro. Ela ia amar ver isso e provavelmente ia querer um. Mas eram ariscos. Ou numa pergunta durante o almoço: pai faltam quantos quilômetros para tal lugar? Após a resposta: É muito? Sim, ela ia querer saber também

Vou voltar para te buscar e quando ver que ainda terá conexão, ela vai sentir que é muito. Que ficará longe da família. Que terá que novamente se adaptar.

Mas ainda assim repetirei: juntos somos fortes não há nada a temer.

Que venha Campo Grande!


4 de janeiro de 2013

Seca, seco

Começamos uma longa viagem. Serão 3 dias e muitas reflexões. São tantos pensamentos que pedi para conversar pois estava difícil ficar sozinha.

A paisagem muda com o avançar do carro. Tudo seco, muitos animais mortos pela estrada. O tempo vai ficando para trás. A expressão andando para frente fez sentido.

Não sabemos o que nos aguarda no amanhã, literalmente. Cada frouxa curva, cada ladeira, vem vindo de lá um outro alguém que vai para onde deixei para trás.

A paisagem mudou, é tudo verdinho, mas o ar é quente e abafa, não consegui respirar. O sol passa a arder a cada parada.

O clima é seco, o nariz sente...a proximidade da porta de saída da Bahia.

O descanso se faz necessário, amanhã serão mais 835km e a partir de lá um pouco para o grande início de tudo.

2 de janeiro de 2013

5000, 2 anos e o fundo do carro

Depois de 5.000 lidas nos 2 anos de blog e uma mudança no fundo de um carro digo que está ótimo.

Creio que quem me lê com certa frequência já sabem que otimismo não é bem uma característica minha, mas preciso estar assim hoje, e nos dias que virão.

Muitos quilômetros nos aguardam neste final de semana e uma vida inteira nos próximos anos.

Nada de promessas de ano novo, nem de choramingar as metas derramadas, o negócio aqui é seguir em frente. Não deu para fazer tudo em 2012? De que me adianta resmungar agora? Tenho não só 2013, mas umas dezenas de anos, pelo menos, pela frente para realizar o que não deu ou o que teve que ser adiado.

Ah! Nosso réveillon foi digno! Em família (como li no FB mandado pela minha irmã 'fio família são aqueles que se preocupam conosco, o resto é parente!'). Quer coisa melhor? 

Quero! Que a compreensão, amizade, respeito e perseverança continuem conosco. Que saibamos a real dimensão das nossas dificuldades para que não nos preocupemos demais e que os amigos estejam sempre de prontidão como sempre estou para eles!

Uns bons anos de felicidade para todos nós, e para ti tudo que me deseja, sempre em dobro!