23 de setembro de 2013

2013, tchau por favor

Enfim chegou a primavera. Ontem eu estava revoltada com o calor, e continuo diga-se de passagem, afff.

Mudar, mudar mesmo, não mudou nada de importante, só o calor que eu sei que vai aumentar cada dia mais e as chuvas ou chuva sei lá que chegarão, mas fora isso é pra lá que vai mesmo.

Mas aí você começa a pensar em tudo que está acontecendo, desde o início/meio do ano e vê que tá pior que imaginava. É doença, é queda, é conta, é doença, é infestação, é prova, é dor, é calor, é formatura, é ar condicionado, é luz, é conta, é doença, é acidente, é viagem e... Nada. A vida só está seguindo o fluxo e neste momento você está atravessando o rio contra a correnteza. 

Desanimar? Sim, claro, temos o direito pelo menos de desanimar e nos frustrar, mas daí a desistir já não sei. Acredito que mudando os planos, alterando as rotas, cuidando mais e rever o que pode ser alterado as coisas melhorem #PollyannaFeelings afinal é o que sobra pra acreditar. E nem venham com essa de 'nada está tão ruim que não possa piorar' que eu preciso mudar de energia, tá? Chega, já deu.

Ah Mari tanta gente passa por problemas e dificuldades, vocês superam. Eu sei disso, mas quer trocar? Pimenta nos olhos dos outros é refresco não era bem nos olhos que eu queria escrever, mas...

Lançada a campanha tchau 2013, você já deu o que tinha que dar. E que venham novos ares peloamordeDeus.

22 de setembro de 2013

Tchau calor, bem-vindo calor

Não sei, ou melhor, já esqueci como são definidas as estações do ano. Agora moro numa cidade que é quentequentequente. Vez ou outro faz um friozinho, e menos ainda frio de verdade.

Muita gente vai dizer 'ela só reclama', mas posso até dizer que sinto falta do calor de Salvador. Vocês não estão entendendo. Aqui não é quente, é insuportavelmente quente, pra mim pelo menos que não sou nem um pouco chegada nessa temperatura.

É seco e não venta, ou melhor, quando venta parece que vai derrubar e levar tudo (na verdade existe registro recente de um vendaval que arrancou telhas e afins por aqui, foi feio o negócio). E quando chove mas quaaando messsmo aí alaga tudo. Parou de chover? 5 minutos está tudo seco e quente pra variar

E como coisa boa só acontece comigo bastou começar o calor e o ar condicionado deu pau, o do meu quarto lógico. E quando você acha que mizera pouca é bobagem 'descobre' que o vendaval de hoje fez com que os galhos do coqueiro do vizinho quebrassem sua cerca elétrica e disparasse o alarme. 

Alguns me dirão 'tenha fé, calma, vai dar certo...'. Ok! Vai dar certo quando mesmo? Né por nada não mas estou ficando com um tiquinho de pressa pra ver as coisas mudarem ou nós mudarmos de novo né?.

Só queria registrar minha reclamação de calor. Pronto. 




13 de setembro de 2013

Sonhar não custa nada, já viver de sonho...

Depois do meu período sabático  adoro essa expressão tão na moda e que é só pra quem 'pode' compulsório cheguei a algumas conclusões, ou várias, sei lá.

Desisti de um projeto que estava amadurecendo a um tempo deve ter ficado peco de tanto que demorei pra resolver e decidi fazer alguns sacrifícios para diminuir a lonjura do futuro. 

Acho que é a tal maturidade né? Você entender cedo ou tarde que terá que fazer mais sacrifício do que pensava para conseguir chegar lá, seja esse  onde for. 

Mais sacrifício? Putz! Não tenho escolha, que assim seja então.

Descobri mais coisas interessantes nesse período de inércia. Que sou mais forte que imaginava. Não quero dizer que aguento dor que não guento mesmo mas no sentido de tentar manter a sanidade e buscar alternativas para o projeto inicial fracassado.

Tive alguns questionamentos pessoais nas últimas semanas que me levaram a repensar os objetivos e a traçar mais planos considerando as probabilidades de uma coisa ou outra dar certo ou errado...

O difícil disso é que como não sou uma somos três tudo tem que ser pensado globalmente. Em que impactarão as decisões, como serão recebidas, como serão entendidas e o mais difícil se serão partilhadas.

A cabeça ferve de tantas informações e possibilidades, mas é assim, sempre. 

Tenho descoberto a duras penas o quanto é complicado ser gente grande.

Como diz Bia: andar café eu vou, café não costuma faiar

Com muito café também!





3 de setembro de 2013

Nojenta eu? Não mais.

Li um post de uma criatura no face (num grupo que participo) hoje e me lembrei de quando comecei nessa vida de doidadecasa.

Ela comentou que tem nojo de pano de chão (joga fora depois de usar), de resto de comida na pia e que tem uns potes com resto de comida a quase 1 mês na geladeira.

Eu fiquei foi com nojo da pessoa óbvio! mas não aguentei as pontas dos dedos e larguei logo 'quando tiver filho e levar cagada, mijada e vomitada isso passa'. 

Não que eu não seja nojenta. Sou, e muito, mas daí a fazer disso um absurdo de vida é um pouco demais até pra mim. Quer ver minhas nojices?

Detesto a área de serviço depois de limpar a casa. Afff, ODEIO pia da área com sujeira, nojo demais, mas não deixo de limpá-la, senão fica mais podre ainda. 
Morro de nojo de vaso sanitário de rua, mas não deixo de usá-los.
Quer me matar de raiva? Não ter sabonete para lavar as mãos. Ou pior, colocar desinfetante para isso sim, já vi isso dezenas de vezes.
E lavar o cesto de lixo da cozinha quando fura o saco? É uma sacanagem...

Mas acredito que pra tudo tem solução afinal pior é na guerra então sempre tenho luva de limpeza na área de serviço, álcool em gel na bolsa na verdade tenho vários potinhos deles em váaarios lugares e tenho também na bolsa o plástico de forrar o assento sanitários pra casos 'mais sérios'.

Ok! Continuo não gostando de limpar vômito, mas se for necessário eu o faço sem crises me embrulha o estômago, mas faço

No carro tenho um kit viagem que acabou se incorporando no meu dia a dia. Tenho saco plásticos (Bia vomitava algumas vezes em viagens), lenço umedecidos de bebê (salvam demais), lenços de papel e álcool em gel. 

Na verdade tem mais coisinhas de nojo que não gosto nem de comentar ok mãe? mas acredito que todos têm nojo de alguma coisa ou de alguma situação, o negócio é não paralisar e tentar seguir em frente com luvas, sacos, géis, papéis e afins. 

Só cuidemos para não nos tornarmos um Melvin Udall (Jack Nicholson em Melhor é impossível, vai lá assistir que vale a pena).