5 de novembro de 2017

Yes Satan, after today any day




Ontem realizei um dos sonhos que eu tinha: assistir ao show do Ira!

Tirei fotos e fiz pequenas filmagens durante o show. Nada iria traduzir a minha emoção de ver finalmente ao vivo a minha banda (mais paulista meu!) preferida rs.
Bia foi conosco e não esperava que ela ficasse tão feliz. Ela é meu sol! Ouvia muito Ira! e Cascadura na gravidez, óbvio que seria fácil ela gostar de rock rs. Mas não imaginava que ela iria se divertir como de fato aconteceu ela detesta ir pra show, menos de Liniker né? afff rs e ter ficado tão feliz de enfrentar uma fila pra tirar fotos no camarim junto com Edgar e Nasi.

Um momento que jamais irei esquecer, se eu esquecer algo dessa noite né?

 
 Tirei uma foto instantânea do Nasi enquanto ele tirava foto com outra moça (a produção não queria que tirássemos foto com a nossa câmera, mas avisei que eu queria um autógrafo nas instantâneas 😤). 
  Enquanto secava a foto tiramos a foto com Nasi e eu disse a ele: ela é meu sol, eu sou o Girassol e meu marido é minha Tarde vazia. Pedi pra ele autografar a foto dele e foi muito engraçado pois ele queria ver se era ele mesmo na polaroid hahahahaha. 

Pedi para o Edgard tirar foto conosco e ele contou que tem uma #fujifilmInstax (a tal instantânea) também... 

Nasi ofereceu refri pra Bia e ela disse que não gosta, aí foi a parte mais engraçada:
Nasi:então tem frutas, água, pode pegar o que quiser bebê! 
Edgard: Nasi olha o tamanho dessa menina, ela não é mais um bebê.
Nasi: pra mim é sim, uma criança é um bebê!

 


Rimos e pedi uma foto da Bia com o Edgard e pedi para ele autografar. 






Como estou agora? Imunidade no chão, dores de tensão em cada milímetro do meu corpo, pressão mais alta ainda e ainda emocionada. 

Após 1 mês de Bia nascer eles fizeram um show  em Salvador, e por motivos óbvios não fui. Eles separaram e assisti um show solo do Nasi (sorry, mas meu amor é por Edgard e sua guitarra rs), mas não foi a mesma coisa.
Quando estava trabalhando em Barracão soube 1 dia depois do show que eles fizeram em Francisco Beltrão (80km de lá), fiquei muito puta.
13/05/16 eles fariam show em Curitiba e eu estaria para uma reunião do sindicato, mas tinha voo pra casa, afinal dia 14 era meu aniversário (juro que trocava, mas...rs).
Primeiro semestre desse ano teve um show deles aqui e não pude ir por diversos motivos, inclusive por não conhecer direito o local e tal, mas aí me prometi que iria de qualquer jeito no próximo show. E assim o fiz!

Yes Satan, after today any day!
Sim satanás, depois de hoje qualquer dia!




22 de outubro de 2017

Aguentando

Frustração e tristeza, dia após dia está cada vez mais difícil acordar, levantar, sobreviver.

Está difícil ter perspectiva num país que só retrocede. 

Nos coloquem grilhões, nos chicoteiem!!!! 

Nos obriguem a matar nossos filhos para que não vivam como nós!

ESTÃO NOS MATANDO! 

Se eu pudesse beber... mas não! 

Seu doutor reforça a receita pois essa tá fraca e as noites estão longas demais.

28 de setembro de 2017

Fura daqui, limpa dali

E lá fui eu pra faca mais uma vez. Toda feliz pois finalmente ia tirar os parafusos e a placa e com isso retomar meu movimento completo do pé, quem sabe até andar de patins direitinho e voltar a fazer trekking sem dores, etc... E aí que nem sempre é como queremos.

Quando meu médico adentrou o quarto e explicou eu nem entendi direito, afinal ainda estava meio grogue, mas as palavras 'não tinha como tirar' ficaram ecoando. Depois de mais algumas horas foi que caí em mim que não puderam tirar os parafusos e a placa e aí veio a tristeza. O marido repetiu tudo que o médico tinha dito e eu não estava entendendo. Num primeiro momento fiquei puta, mas aí entendi que ele fez o melhor, limpou a articulação, desgastou o calo ósseo que provavelmente é onde fazia a inflamação e eu sentia mais dores (acho que é isso) e tentou tirar a placa, mas aí foi que deu problema.

Pelo que entendi na cirurgia da colocação deram uma trava a mais e com isso não tem como tirar pois o material não tem como puxar/destravar o parafuso. E caso meu médico forçasse teria o risco de quebrar o osso de novo nãoooo e ele preferiu só desgastar mais um pouco e jogar o pericárdio (acho que é esse o nome da membrana rs) por cima pra dessensibilizar  a região.

No final das contas não foram retirados os materiais, a inflamação foi limpa e o médico fez o melhor pra minha recuperação. É o que temos pra hoje e para os próximos dias. Triste? Um pouco, mas temos que ter um #PollyanaFeelings e ver o lado bom né? Deverei não sentir mais dores e isso é o que importa. Foi feito o melhor possível.

Toca pra frente que não tenho tempo pra lamentações.

 

14 de setembro de 2017

Trazer exemplos não nos livra da dor

Dei de presente de aniversário para Bia o belíssimo livro Histórias de ninar para garotas rebeldes que conta histórias sobre mulheres que fizeram/fazem parte da história que não nos é tão dita e combinamos de ler juntas.

Aí que fudeu de vez. O livro é lindo sim, maravilhoso? Também. Mas... traz toda a dor de ser mulher (ou ser preta, de ser politizada, ser de religião diversa da maioria) nas entrelinhas. Não consigo deixar de perceber isso, e me devasta, não tem como não ser. 

É um livro 'para garotas', traz uma leveza nas histórias mas não consigo não perceber algo mais. Quando vi as datas de morte de irmãs que lutavam contra um governo, imaginei o pior (e eu estava certa); quando li sobre uma norte americana que sofria racismo e vi a data de morte sabia que era da época daqueles doentes vestidos de branco (aqui não tem ibope pra esses facistas) doeu e não consegui deixar de me emocionar, a voz ficou embargada, as lágrimas vieram e não pude continuar, parei. Respirei fundo e terminei mais algumas histórias.

Vivemos um tempo difícil, penso no futuro dela, no meu e no das demais mulheres...

25 de agosto de 2017

Depois da dor veio o alívio e orientações da farmacêutica

Geralmente começo meus textos escrevendo o título e hoje não foi diferente, mas fluiu com uma facilidade enorme. Inclusive já troquei o título de alguns textos após escrevê-los. 

A mãe de uma das estagiárias que trabalha comigo me indicou um reumatologista e eu consegui uma consulta com ele bem rápido até. A princípio eu só precisava de um reumatologista para me liberar para as próximas cirurgias (isso aê rs) pois meus ortos disseram que precisavam da liberação, somado a isso tive uma crise que a muito eu não tinha. 

Lá fui eu lépida e faceira pra consulta achando que ia ser mais do mesmo e não é que tive uma surpresa positiva? Meu novo reumato é um querido e aumentou a dosagem do remédio que me acompanha a um tempo e incluiu mais um. Fora que ficou assustadíssimo quando apontei a ele o meu estado de dor quando ele me mostrou a régua (é uma de indicativos) e disse que eu estava para emergência e ficou muito surpreso quando eu disse que já tinha me acostumado a sentir dor (mais pura verdade, infelizmente). 

Na mesma noite comecei a tomar o remédio e no dia seguinte não consegui levantar. Passei o dia grogue, pensei em desistir do medicamento mas resolvi testar mais uma dose. Quarta-feira passei mal: gastrointestinal (ou seja: por cima e por baixo), tontura, sonolência... Aí de fato pensei em desistir, como eu ia ficar tomando um troço que me derruba? Mas atentei para o fato da dor ter diminuído e aí vi um post no face da Mari (minha dinda) "pergunte ao farmacêutico e não ao google", justiça seja feita que eu não tinha perguntado ao google e pior, nem lembrava de consultar minha farmacêutica. É minha né? Afinal ela tem acompanhado minhas medicações a uns anos já. Poderia dizer que ela sabe melhor que eu o que eu tomo hahahaha. Expliquei tudo que tinha acontecido e tal e ela sabiamente disse que era possível sim tudo que estava acontecendo e que eu continuasse tomando para ver se os sintomas diminuiriam ou não. 

QUE BOM QUE EU LI MINHA FARMACÊUTICA! 

A muitos anos não me sentia tão bem com uma medicação. Calma, sofri e ainda tô passando um pouco mal no começo mas a sensação de não ter dor a cada movimento é indescritível. Não sei se os dois remédios pra fibromialgia que estou usando a longo prazo não terão que ser substituídos, mas só sei que hoje é sexta e quero aproveitar toda a não-dor que não sinto :)

18 de agosto de 2017

Motoristas x motociclistas

Calma! Não estou dizendo que é um contra o outro. Estou escrevendo para provar que é possível termos mais tolerância e cuidado com o outro (além do respeito ao amiguinho) quando estamos no trânsito, especificamente de pilotando moto ou dirigindo automóveis.

Ando de moto todo S-A-N-T-O dia! Vou para faculdade, trabalho, médico e o que mais tiver que fazer, eu prefiro ir de moto. Detesto ficar presa no trânsito, odeio ficar rodando pra estacionar e quando conseguir ainda ter que lidar com o amiguinho que não estacionou direito ou pior: pagar uma facada de estacionamento! Também não estou dizendo que não temos (motociclistas) problema para estacionar, sim temos! E muito!!! O amiguinho que parou a moto dele como se só houvesse ele, ou o que encavala na sua moto, ou ainda o tio que fica 'tomando conta' pra gente.

Mas vou contar fatos sobre minhas experiências (poucas ainda, verdade). A um tempo atrás eu andava de scooter (bem petititica) e tive situações mega desagradáveis (senão perigosas) como um idiota num carro sedan importado que bateu o retrovisor em mim - fiquei com tanto ódio que peguei ele na lombada e mandei ele descer se for homem. O cara ficou assustado e caiu fora kkkkkkk (em Salvador nem de brincadeira faço uma zorra dessas). Fora quando não tentam me matar no trânsito todas as vezes que saio de moto rs acontecem sim coisas boas.

Boas atitudes como hoje quando o homem fechou o retrovisor num lugar apertado para eu passar (mesmo assim não dava, mas agradeci a boa vontade - ou medo de eu estragar o retrovisor dele kkkkk), o pessoal que chega pro lado pra abrir o corredor, o motorista de buzu que manda eu passar onde não enxergo direito (não passo pq morro de medo mesmo rs), o motoboy que tá saindo mas vem me ajudar a tirar a minha moto quando estão encavalados nela, o pessoal quando minha moto não pegava se aproximaram pra dar uma mão... Muitas boas experiências sim, apesar de... 

Ontem enquanto eu pilotava e parei no semáforo pensei o seguinte: somos menos 1 na sua frente, no engarrafamento. São os motociclistas que levam sua comida quente em dia de chuva, seu remédio quando sua criança está doente... Somos nós que paramos quando outro motociclista se acidenta e não pela curiosidade mórbida deve ter gente que sim, mas para fazer uma contenção, ajudar a orientar o trânsito, dar uma mão pra quem precisa... 

Vamos nos respeitar, ajudar e amar todo mundo pra facilitar nossa vida? Não digo que é um mar de rosas, mas também não precisamos enfiar as mãos no espinhos o tempo todo né? Um cheiro!
 

17 de agosto de 2017

Não consegui, mas sobre coisa boa também!

Sabe aquilo de você se programar pra não fazer/ler algo? Prometi pra mim que não ia abordar política por aqui, mas está muito difícil. Gente, dói demais ver o que estão fazendo com nosso país. É desesperador, dá vontade de gritar, de ir lá dar na cara desses ordinários... Vou parar por aqui. Fico mega irritada quando começo a pensar em tudo, e só pioro meus problemas.

Vamos falar de coisa boa: livros...  Muitos livros... <3 hoje a Amazon tá em promoção de livros físicos e e-books!!! Fiquei mega feliz (economizei pra caramba e não consegui comprar todos pois esgotaram, shit fazendo inglês na facul, tô me sentindo kkkk!) E ainda descobri um site pra ler livros <3 (se quiser saber, me manda mensagem que te digo rs)

Gente é muito amor em forma de livro rs. 

Comecei a ler um hoje de um filósofo, comprei tem um tempo (esse tal cada dia mais raro) e estou me divertindo, que tempo produtivo esse. Que delícia me perder entre páginas e ideias que me fazem repensar e pensar. O pensamento fica leve, mudamos o foco e vivemos num outro sentido.

Resiliência! Respira - não pira ;)

8 de agosto de 2017

Resiliência hoje. Me repetirei isso amanhã

Estou em crise. Não existencial, crise de fibromialgia mesmo. Percebi ela chegando de mansinho na semana passada. Dores em alguns movimentos, incômodo durante o sono, pra vestir a roupa cotidiana estava sentindo desconforto e pimba! Senti dor até pra respirar no final de semana. Mas quando você acha que tá ruim pode ficar calma que ainda pode piorar... Enxaqueca de derrubar, nausear e enlouquecer veio de quebra.

É difícil explicar pra quem não sente dor como me sinto. Conto com a boa vontade, com a tolerância, o amor... Viver com quem tem fibromialgia não é para qualquer um e sobreviver com a fibromialgia é muito duro, difícil. Requer que tenhamos paciência com a nossa limitação física. Precisamos reaprender a fazer alguns movimentos rotineiros, não podemos esquecer de mudar de posição constantemente e aguardar o outro dia, pois sim, precisamos aguardar a nossa melhora. 

Precisamos guardar os abraços para outros dias, a pele dói. Qualquer contato físico é desesperador.

É angustiante pensar que é uma doença que não tem cura, que têm tantas pessoas que sofrem e não têm como se tratar e há tanto descaso com as nossas dificuldades. Tenho tido sorte com os médicos que estão me acompanhando, sim tenho mais meia dúzia de problemas distintos. Todos têm sido bem compreensivos com a situação e têm dado atenção. Isso é um regozijo para quem tem fibromialgia, ser compreendido e ter sua condição reconhecida.

As noites que deveriam ser tão reconfortantes não trazem alívio. É uma sequência de remédios para tentar: tentar ter um sono descansado, tentar um dia menos sofrido. Resiliência é a única coisa que me resta nesses dias tão mais longos. E que amanhã eu acorde melhor é o meu pensamento de todas as noites. 

Vai um recado para as pessoas (novas ou nem tanto) do meu convívio:

Caso eu não pareça tão disposta ou pareça que não estou te dando atenção tenha paciência. Muitas vezes mascaro com uma risada, uma brincadeira, pois sei que ter alguém do lado só reclamando é terrível. Trabalhar com pessoas já é difícil e ser uma pessoa detestável não melhora em nada nosso dia a dia. 

Paciência também com a minha memória. A doença faz com que eu esqueça de coisas cotidianas e muitas vezes meu esquecimento me coloca em situações desconfortáveis e por isso eu anoto no celular, no computador, no bloquinho, na agenda, na mão... E me relembre se for algo relevante. Agradeço.  

Se eu marcar algo e não aparecer e/ou acabar dando uma desculpa (não espere uma mentira e não entenda como grosseria), peço mais uma vez que me compreenda, posso ter tido tanta dor que não aguentei nem te mandar uma mensagem. Eu me importo com as pessoas e com os momentos mas a doença não. E as crises muitas das vezes são imperceptíveis no começo.

É isso! Hoje estou péssima, ontem acho que eu estava melhor, não lembro rs. Estou fazendo um curso presencial e no meio dele hoje meus braços não respondiam mais, nem com alongamento. Mas sobrevivi e estou aqui, escrevendo e me preparando para fazer mais uma tarefa de mais um curso on line, rs. Que as dores me permitam dormir. Que amanhã seja um bom dia.

24 de julho de 2017

E foram-se, virão outros - que jeito?

Geladeira, secadora...PQP viu! Quebraram todos ao mesmo tempo, mereço né?

Nem dá tempo de respirar e de novo, de novo

Mas bora falar de coisa boa? Não foi nas minhas férias mas foi a coisa mais próxima de sair da rotina que fiz ultimamente. Conhecemos a Colônia Witmarsum que fica a uns 30 minutos de carro daqui de casa. Um fato: lugar pra comer! Não invente de ir lá se estiver de dieta, largue de loucura. Comida alemã em buffet livre, café colonial livre/peso/unidade... coisas muito saborosas e diferentes (purê de maçã que em outra situação o marido nunquinha comeria, mas aprovou rs).  O que mais me encantou foi a loja de artesanato que encontrei o relógio cuco. SIMMMM! Aquele original, que sai o cuco na hora cheia vindo direto da Alemanha, mas sabem como é né? Geladeira, secadora custam o preço de um relógio desses (alguns a soma dos dois rs) 😱😱😱😱😱. O museu é interessante para conhecermos uma nova religião (os anabatistas menonitas) e  sabermos um pouco de um grupo que veio para o Brasil pacífico da década de 20 (e seu branqueamento - não achem que eu esqueci disso não, muito pelo contrário) fugindo de guerras e perseguições - algo interessante sobre os menonitas é que não pegam em armas.

Já até prevejo alguém lendo e pensando/dizendo 'ah Mari, fala o nome dos lugares' não precisa, a cidade é micro kkkkkkk. Só tem 1 museu, os cafés são todos muito parecidos e os restaurantes também rs. Fomos no restaurante Bauerhaus, compramos banha e uns pães (bochecha - esqueci o nome em alemão rs) e cervejas locais no Edith's (acho que é assim que escreve). Tomamos um café magnífico chamado 'café cremoso' no Sabores (esqueci o resto, mas fica atrás do museu - lembra que só tem um? rs). Algo muito interessante é que os itens que comi lá com trigo não me fizeram mal (retirei o trigo da minha alimentação cotidiana - guardo para momentos como esse rs), a maioria das coisas que eles têm por lá é produzido localmente. Tem a cooperativa Witmarsum que fabrica queijos maravilhosos e tem um leite também. 

Se quiser ir almoçar mas não tem gosto pra porco, prefira um café colonial no Sabores (não lembro o que) ou no Edith's. Tem um restaurante/choperia que ficamos curiosos - parece ser bacana. O museu cobra entrada e é em dinheiro - não vi caixa eletrônico na cidade, só um banco cooperativa. A maioria dos locais aceitam cartão, mas nem pense que seu celular vai ficar disponível, bem difícil pegar sinal, anote as dicas quando for senão ficará que nem eu, parecendo uma doida sem mexer o telefone pra lembrar do que já tinha lido kkkkkk. Tem uma parada geológica para visitação bem no meio do caminho e quase ninguém para. Nós, curiosos que somos, não resistimos e foi bem interessante - conta um pouco das eras, o motivo das estrias estarem ali, fala do solo do PR... vale a parada (não gasta nem 20 minutos).

Ficamos só de tarde, voltamos antes da anoitecer e foi bem legal, eu gostei. Foi como almoçar na roça (menos de 60km - pra quem rodava 120km pra trabalhar foi uma passada rs), conhecer outra cultura e ouvir uma outra língua (ou seja, se entender menos na comunicação kkkkk).

A vida anda corrida, tenho pensado em muita coisa pra escrever, mas não dá tempo, preciso viver.  Beijo pessoal, bora ser feliz :D






 

 




 

23 de junho de 2017

Sobre ter o tamanho do seu sonho (ou da sua moto)

Pensa comigo, eu sou grande! Além de estar fora do padrão feminino brasileiro EU SOU IMENSA! E só me dou conta disso quando vejo alguma mulher grande e penso 'que mulher enorrrrme', aí chego do lado e tenho o mesmo tamanho 🙈.
Então não tenho como sonhar pequeno, não cabe nessa minha mega estrutura corporal rs. 

Sempre quis ter moto, sonho, obsessão, desejo... e medo, muito medo! Necessidade apareceu e pimba, precisava de uma moto com urgência! Grana curta, algo que precisava ser resolvido pra ontem e assim comprei minha pequena notável, até que ela realmente começou a se tornar pequena mesmo. É levando Bia pra escola (e a scooter não quer passar de 30km/h na ladeira - também com o peso da mochila da Bia torna-se compreensível 😂). A função principal da minha diamante negro é ir e vir (trabalho prioritariamente), mas sim, o ir e vir têm se tornado complicado devido ao peso que carrego, tamanho que tenho e experiência que estou adquirindo dia após dia montada na moto. Se ela resolve? Sim, resolve, mas eu quero mais! Sonho em pilotar um motão, não necessariamente uma HD (aceito Triumph kkkkk humilde #sqn) mas tenho medo do peso. Mas não vem ao caso isso hoje até por que não teria como ($$$) adquirir uma dessas.

Tô namorando umas por aí... quem sabe não rola um noivado e casamento?

Aguardemos ;) 

27 de maio de 2017

Continuando

Muitas vezes criamos expectativas sobre as coisas e não conseguimos dar conta do recado ou nos embolamos tanto que aquilo que era mega urgente deixa de ter sentido e a forma de encarar muda radicalmente.

Sábado e eu querendo dormir até umas 9h pelo menos e comecei a ouvir as unhas de Nero batendo inquieto pra um lado e pra outro, isso eram 6h30! Me segurei até às 7h e desci pra rotina dele e de Zeca. Passeio matinal, rolada na grama, corridinha e agora estão os dois roncando ao meu redor.  

Quando voltei com eles do passeio fiz as coisas corriqueiras, estender roupas, tirar lixo... e enquanto tomava café me peguei pensando o que eu faria com tantas horas mais disponíveis até o dia começar efetivamente. Estudar está na lista de prioridades (afinal uma pessoa que não tem o que fazer faz 3 cursos on line e se matricula em mais 1 pra começar daqui a 1 semana), preparações diversas para outros caminhos, organizar mentalmente o saldo da semana no trabalho (isso inclui tudo que vi, ouvi, absorvi e desprezei rs) e deletar o que for de ruim no resto do meu mundinho. Preciso fazer isso pois o sofrimento com tudo que está acontecendo no Brasil me desgasta demais. Tenho náuseas, enxaquecas e uma irritação profunda onde não consigo me controlar emocionalmente, logo tenho que evitar.

Mas voltando pra o início do texto, ainda tenho que arranjar uma solução para o jardim não jardim que tenho aqui, esse mato me deixa agoniada, mas a ideia de plantar, mexer com terra, etc não está cabendo nas minha prioridades. Devo ter uns temperinhos, umas coisas simples e só. Nada de muita demanda que exija tempo (coisa muito rara pra mim hoje). Voltei a minha mania metódica de ser (hora pra tudo) senão não consigo dar conta. E olha que mesmo assim tá osso.

Hoje particularmente sinto mais saudade de minha cumadre Cris. Aquelas horas intermináveis de falar besteira, comer, beber e rir. Parece até que o texto é uma conversa entre nós duas. Saudade de vc tá? Beijo na minha dindinha.

Até mais pessoas.

18 de maio de 2017

15 de maio de 2017

Minha primeira vez

Nunca tinha ido a uma festa sem tomar umas. Ainda mais véspera do meu ano novo. Nunca antes,rs... Nem me venham com 'mas não precisamos de nada pra nos divertirmos' fale por você, pq eu goxxxxto kkkkkkkkkkk.
Primeiro, ficar de pé sem porre não é legal - ou não tenho mais idade pra festivais. 
Segundo, estar de moto é de fuder pois estaciono rápido e voltamos mais rápido ainda pra casa rs.
Terceiro, cheguei aos 34. 
Lataria batida, precisando reformar umas coisas, mas continuo aqui, na batalha. Suspendi o álcool por motivos mais que necessários - mudei a alimentação, reduzi (estava em zero mas não consegui) muito os remédios pra fibro e pra dormir e uma cachaçada a 1m atrás me derrubou de um jeito que eu não contava. Ok, o fígado não é mais o mesmo, eu sei, estou tentando recuperá-lo e pra isso preciso de um tempo
Mas vamos pra parte boa da parte ruim, sei lá rs. 
Coloquei uma meta até ontem e consegui batê-la. Meu presente eu me dei!
Agora vamos partir pra outra meta, afinal o ano acabou de começar e precisamos de motivação sempre. 
Happy new year!

20 de abril de 2017

Tempo de festa

Bora curtir o momento, aproveitar o inferno astral e transformá-lo no céu de borboletas. É muita coisa ao mesmo tempo e tem que correr pra usar bem!

Quando pensava que não teria fim, tudo mudou e a vida me deu um presente. Eu precisava de dias/noites leves. Clima leve. Pessoas leves. E vou sentir falta sim. Adoro a convivência, o papo cabeça, as bobagens e principalmente o clima de cumplicidade e harmonia que tive durante essa gestação. Sim, 9 meses, quase 10! Muita serra, muita neblina e muito sol! Muito medo de cair da moto, medo de fazer coisa errada, medo das escolhas. Medo de ser triste de novo. 

Chegando a hora de ir e vou repetir o que sempre digo aos quatro ventos, adoro trabalhar aqui e com sagalera! Fiz poucos amigos, mas houve quem me cativou em especial, tão parecida a história com rumos parecidos e diferentes, você me entende. Que turma unida (mesmo com as diferenças), somo todos TAE's! Se é pra parar a gente para! Se era pra dar apoio mesmo contra a vontade dos deuses do nosso Olimpo nós demos apoio. 

Obrigada por esse lindo tempo aí, mas sou movimento.

Que comecem as comemorações! Quero almoçar naquele restaurante que jurei pra comemorar. Quero assistir um filme no meio da tarde. Quero festejar!

    

16 de abril de 2017

Já perdi o sono de novo

Estava indo bem. Poucas noites insones, poucas dores, poucas idas ao hospital até que tudo virou de cabeça pra baixo de novo. 

Ok, confesso que exagerei naquela noite, foi demais pra um fígado cansado de guerra. Mas poxa, adoroava tomar umas todas. E sim, suspendi o álcool terminantemente. Sou uma boa e consciente viciada, por isso tenho que parar de vez, como fiz com o cigarro. Agora só molho o bico num brinde, e nada de tentar achar o marido no fundo da garrafa (ou dassss garrafas). Mas com o cigarro nem me atrevo a pegar, sei que se eu colocar um hollygrude  na boca eu não me guento, volto e pra parar de novo vão alguns anos. 

Outra coisa e que chegou ao ponto de eu ter que tomar antibiótico (acho que por ter colocado a alma pra fora semana passada o organismo não se recuperou a tempo de uma gripe kkkkk) é certeza de estar na merda. 

Mas eu estava dormindo e sentindo poucas dores. Bastou ir chegando o dia e tudo voltou a estaca zero. Noites mal dormidas, dores que já nem lembrava mais e cá estou eu desabafando em frente ao note. E se eu passar mal de novo? Esse inferno astral ♉ já me levou 2x pro hospital e vc ali do eu lado me passando sermão pq resisto até a hora que mal me levanto da cama rs e agora se eu precisar de novo? Ainda falta um tantão de dias e tô

Tá certo, a ansiedade tá me consumindo também. Afinal quem acorda às 4h pra checar o e-mail e saber se houve mudança? 👆 E nem adianta me dizer pra ficar calma pois podemos dizer que estou 'controlada' kkkkkkkk. 

Vou aproveitar a insônia e adiantar as matérias hahaha achou que eu ia fraquejar?Bora estudar sapoha e chegar mais pra frente 🔫👊💣 aqui agora é só 🔪💀 ;)

Que hoje falte menos que ontem. 

T'amu hj

6 de abril de 2017

Me entendendo comigo - inferno astral again

Não me permito mais fazer coisas que não gosto.
Nem usar sapatos que me doem. 
Não permito mais que me façam de trouxa mesmo quando é impossível evitar
Não permito que me digam coisas que só vão me atingir, é falou/ouviu - seja qual for a consequência.
Não pense que meu recuo é desistência, é pra pegar impulso pra voadora nos peito tá?

Nada de engolir sapos - gosto é de comida e vodka.

Sou e estou mais intolerante. 

Os erros acontecem, é a vida. 
A sacanagem é opcional - não me sacaneie que a vida dá voltas.
E não, não aceito que fiquem de melindre comigo.
Nem tentem me fazer chantagem emocional - coisa que eu odeio veementemente e agrido mesmo, sem piedade, quem tenta.
Tento não carregar a mágoa das feridas que abriram e nem destilar o ódio quando me traem - mas na maioria das vezes não consigo. 
E se só fizer mal a mim, o problema é único e exclusivamente meu! 

Continuo com problemas para com a limitação alheia - quando vem de pessoas que deveriam ser exemplo. 
Continuo pedindo desculpa e aprendendo a usá-la com mais frequência quando erro.
Continuo debatendo até me convencer, convencer o outro, me cansar...
Vou continuar dançando, rindo alto e falando besteiras. 
Ah! E cantando também - desafinada que sou, amante da música, pianista frustrada.

Vou usar a roupa que gosto, mas ainda quero reduzir ao mínimo tudo que tenho - se tem algo que me irrita é ter que escolher roupa, gosto de abrir o guarda roupa e estar pronta.

 Vamos viajar, nosso é no caminho, não sabemos o que é fincar.
Juro que vou continuar estudando, a meta é grande mas aqui é faca na caveira - oremos, rs.

Estarei - sempre - dias e noites com você, minha pequena.

Sou movimento.


 

30 de março de 2017

Já entendi, agora calma

Lá no trampo sempre rola a musiquinha 'não está sendo fácillll', e realmente tá bem complicado. 2017 meu filho, bora relaxar? Já já termina o primeiro trimestre e vc continua nessa afobação? Segure sua onda vá, que tá foda! Ok que anos ímpares nunca foram meu forte, mas venha mais devagar faz favor.

4 visitas emergência agora é visita, tenha dó a médicos, correria de levar Bia pra lá e pra cá, ir pra hospital por causa de reação alérgica ou ter que ir ver o tornozelo que bati na moto (P.S.: esse continua inchado e doendo rs)... 
1 mês e T O D A S as semanas fui ao médico. Gente não guento mais.  

Estabeleci duas metas pra esse ano, uma é: ficar e me manter saudável. Bati 3 dígitos na balança, fígado apitou de novo nem posso tomar uma pra me recuperar dos baques, proibidona rs e aí tinha que fazer algo com muita urgência e... tá dando certo. Não consigo manter o pique pois não ter horários definidos e estar nessa loucura filha, cachorros e o resto todo não dá pra ser totalmente dedicada, mas já consegui reduzir 10% do peso inicial YES! e melhorar o sono rivo meu querido, mim largue e sentir menos dores da fibro, então posso me considerar muito bem rs. Falta um monte, mas vai ser nesse ritmo, devagar e sempre. Após o vento mudar eu me dedicarei integralmente à essa mudança, até lá vou indo.

E meu processo que não sai gente? Já sinto saudade do povo com antecedência adoro meus colegas e trabalhar lá mas preciso subir a serra logo mec meu filho, adiante

Então por enquanto é isso, nem adianta perguntar que a outra meta é de foro íntimo acho essa expressão tão metida a besta que gostei kkkkk.

Ah, hoje a minha cidade faz aniversário (ontem, mas não dormi então ainda é hoje kkkk) e a outra é Curitiba hehehehehe. Salvador é a cidade que escolhi pra chamar de raiz, meu coração é de lá, minha cultura, meus hábitos, minhas gírias, meu sotaque, minha vibração é soteropaulistana. Curitiba é a cidade do meu desejo, aquela que queria viver por ser teimosa e procurar sempre mais e melhor. Hoje repeti várias vezes pra Bia o quanto eu gostaria que todas as crianças tivessem o atendimento que ela tem no Hospital Pequeno Príncipe (exclusivo para crianças). O cuidado, o olhar apurado, o tratamento. Não à toa que doamos nosso Imposto de Renda pra lá. Que permaneçam assim e que na minha terrinha cheguemos a ter um hospital desse porte e nível de cuidado e atendimento aos pequenos. Se quiser doar seu IR (o que fica retido e não tem devolução) pro HPP vai nesse site https://doepequenoprincipe.org.br/renunciafiscal/ eu afirmo que vale a pena ajudar, o trabalho feito ali é muito bom.

Chega né? Bora dormir que a semana nem terminou ainda. ;-*

 

26 de março de 2017

Que zorra foi essa?

Que semana bruta gente, quase pedi PPÚ...

Expediente interno, mil maravilhas eu imaginava, até que vejo um número que não atendi no celular e meu pensamento foi 'putz tenho que gravar o número da escola de Bia no celular' e era de lá. Por água abaixo todo planejamento, atenção e qualquer outra coisa. Ok! Resolvido temporariamente e em partes. Vida que segue: exames, marcar médicos e... PQP! A gente escolhe morar numa cidade dita primeiro mundo a Suíça brasileira k k k e a consulta mais próxima é para junho!!! Não tô falando de SUS, estou falando de convênio e ainda me propus pagar no particular... F O D A! Rapaz, SP é duca mesmo! 

Aí chega seu diploma da especialização e sua única comemoração foi um post no IG (e acho que compartilhei no FB também) e finito. 
Aí foi o niver do marido e vc tá longe demais e a única coisa que pode fazer é ligar (coisa retrô né?) e conversar coisas que só a gente entende. Como pode depois de tanto tempo ainda conseguirmos ficar meia hora de relógio no telefone?rs
Aí vc descobre que seu processo tá no MEC num setor que os processos só vão no final oi? e não tem uma viv'alma pra te explicar o fluxo do processo (gente sou adm total nessas horas - padrão, procedimentos - fluxogramas - organogramas - A D O R O). 

Aí acabou a semana e nada

Acabou!  

Caralho tô pós graduada em Cultura Afro-Brasileira!!! Hurruuuu! kkkkkkkk

 

8 de março de 2017

Pois hoje não é só meu o dia, é nosso!

14a é tempo pacarai! Quase metade da minha vida etcha mentira deslavada, ou não? ó dúvida rs! Pensar que começamos 'ontem'. Aí depois de uma viagem sua, brigas nossas sempre viriam e após veio um: a cidade é a sua cara! Foda-se foi minha resposta naquele dia. Tava puta contigo, mais uma viagem e eu 'ali'. Mas nada como um ano após o outro e um encontro pra me amarrar em Chuvitiba, digo Gotham. 

Profetizei que moraria aqui, e assim após 6 anos aqui estava eu. Sozinha. A cidade foi violenta comigo e mostrou que não estava pra muito chamego, ela não conhece essa palavra. Me ensinou a duras penas o significado de ser forasteiro. 

Não deixo de gostar daqui mas preciso dizer que a ferida que foi aberta nesses meses não cicatrizou.  Seria mais leve se estivesse comigo, pois é o braço que me dá sustentação quando solto fogo pelas ventas e quero destruir o que vejo pela frente.

Quando penso que finalmente teremos sossego... a vida nos prega mais outra peça e lá vamos nós pra mais um desafio. 

Mas sigamos assim com um vendaval sempre revirando tudo, arrancando o mato pela raiz, mas perceba que abre um caminho. E mesmo em meio ao caos que vem com minhas tempestades creio que haverá calmaria e um tempo de bonança. 
Se só será daqui a mais 14a não sei, mas pretendo estar contigo lá pra descobrir.

"Não tarda o sol vai iluminar o nosso amor e a saudade vai ter fim"

Te amo hoje!

6 de março de 2017

Tentando conviver com as pedras do caminho

Tô matando 1 leão a cada saída de casa.
 
Alguém me explica qual motivo de um homem tentar atrapalhar uma pessoa que está num carro mais de meia noite, com velocidade, com a seta indicando à esquerda (aprendam: significa pra o carro da frente dar passagem)? 
Ficar travando o caminho pelo simples motivo de ser idiota ou por a pessoa com pressa ser uma mulher e que ia (e fiz) ultrapassá-lo?

Explicando: eu tomei uma picadura uiiii e comecei a inchar. Em dado momento bateu o desespero e fui ao hospital e um imbecil, retardado, idiota (e todos os palavrões que aprendi) olhou pelo retrovisor e me ignorou, ainda colocou o braço na janela e a mão no queixo, pra completar o pacote tinha um igual a ele do meu lado... Ahhhh aqui não kiridinhu! Quando reduzi a marcha o da lateral tomou um susto, joguei o carro tem seguro e FODA-SE e saí... tenha paciência. Dei seta, liguei o pisca alerta... faltava o que? Chamar a PQP pra ensinar como se dirige? VTNC!

Agora outro caso, esse corriqueiro: CUSTA VC SER EDUCADO/A E DAR BOM DIA? OU BOA NOITE? PRINCIPALMENTE SE ENCONTRA COM MUITA FREQUÊNCIA E DIVIDE O MESMO AMBIENTE? 

Ainda dizem que são os europeus da América do Sul... ah, façam-me o favor e vão plantar batatas!

13 de fevereiro de 2017

Observações na 'República Curitiba'

Ontem fui pro reggae, digo forró, num local cheio de história a 'Sociedade Operária Beneficente 13 de maio', em outro momento conto ela ou pode dar um google aí. 

Tava afim de fazer algo diferente do que temos feito juntos (eu e marido) e resolvi que iríamos voltar aos bons tempos. Lá fomos nós debaixo de um pé d'água de estragar chapinha não estava de chapinha tá?rs. No salão música eletrônica (não ritmo e sim como estava sendo tocado o forró criatura, se acalme) e tudo arrumado pro forró comê no centro.
Bebemos, conversamos, rimos muito e aí começou a bagaça. Triângulo, zabumba, sanfona e...baixo! Nada de preconceito😒😒😒 Nós no bom e antigo bate coxa, mela cueca e o povo no forró universitário 😨 e aí começamos a observar algo novo pra gente, a galera dança roça, se esfrega, ô diliça e quando vc acha que o povo se achou rola um abraço um beijo no rosto e TCHAU! 😳😳😳😳😳😳😳 

P-R-E-C-I-S-O entender. Sou de um lugar ou seria época? onde vc encaixou legal no forró, colocou o rosto/testa, fechou os olhinhos é pq tá gostoso, tá no suadouro unido, ficava junto até terminar a zorra da festa. Não tô falando de se pegar também vai mas a galera dança, roça e... NADA! Separa no fim da música, um abraço constrangido ao meu ver e cada um pra um lado. Fiquei ficamos na verdade chocada com a diferença ou forma nova de dançar forró. 
Aí vieram as elucubrações: seríamos nós de outra geração? seríamos nós baianos muito sexuais? seriam as diferenças culturais? ou seria apenas um modelo da nova onda gratidão?  Hoje me surgiu uma nova opção: será por conta de assédios que tá rolando esse movimento diferente? 

Deixa eu explicar com calma. Na época que eu ia pra forró era assim: rolava o olhar, a chamada pra dançar e se não encaixasse ou não gostasse da outra pessoa no final da música saia, agradecia a dança e finito. Durante a dança nada de rostinho colado, nem olhos fechados, muito menos rala coxa pesado. Nada de ficar roçando em quem não se tem interesse.  Mas o que vi ontem não foi nada disso. O pessoal junto que nem eu, toda encalacrada no mela cueca, e no final nem um beijo de língua
Fora que pra mim forró (era uma homenagem a Dominguinhos) é naquela pegada 'pé de serra', 'arrasta pé' de raiz. Pegando carona na modinha atual não esse forró 'nutella' kkkkkkkkkk. Tô com as pernas doendo das porradas que levei naqueles passos do povo de gira pra um lado, pro outro... é dança de salão caralho? Sou tradicionalista e conservadora pra meu forró, assumo. E nada me dizer que estou sendo chata, acho lindo o povo dançando forró universitário, mas pra mim não num espaço onde a qualquer girada vc vai atingir alguém que não tem nada com sua dança. 

E pácabá? FORRÓ NO MEU NORDESTE É DUCARALHO PORRA!

9 de fevereiro de 2017

Segura que lá vem madeira! Nada, é chuva mesmo

Frase célebre de uma música pagodão de sei lá qual década.

Mudei, matei uma aranha horrível, passei noites em claro por causa disso e tô aí. Seguindo o fluxo da vida.

Ah, e agora ando de moto, digo scooter! Raspando a pedaleira nem pedaleira tem, a loka por não saber usar a bichinha direito. Quero fazer curva que nem em moto, descendo. kkkk Nem tente imaginar a cena de uma criatura imensa que nem eu numa bicha pequena que nem a minha scooterzinha. O nome? Não esqueceram que eu adooooro dar nomes pras coisas né? Então, Viúva Negra kkkkkkkkkk. Pequena e perigosa. Sim, eu morro de medo de aranhas, mas a "viúva negra" não é assim? Então adotei pra minha primeira scooter. Sigamos.

Pra quem é motorista e parte pra pilotar moto/scooter a sensação é estranhíssima. Imagina que você está acostumada a dirigir, meter entre os carros, fazer cara feia mentira, mando beijo e desarmo os  mais bravinhos rs e mostrar suas habilidades no trânsito de repente se sentir como um bebê que está aprendendo a andar? Pois além do medo de estar pilotando da forma mais correta ou seja, mantendo-me viva e segura você passar por todas as inseguranças sobre aquilo que já te alertaram e que está cansada de ver no trânsito. Pessoas que não ligam seta, que brecam sem sentido, etc.

O medo de pilotar na cidade é único. Não tem comparação com pular de algo alto, ou mergulhar ok, não é meu esporte preferido rs. É saber que não basta apenas você ter plena ciência de como vai fazer aquilo da forma mais segura e certa, não basta contar com seus instintos, precisa de sorte! Infelizmente é isso mesmo. Sei que muitas pessoas são como eu, que olho pra ter certeza que não tem ninguém no meu ponto cego quando vou fazer fazer uma conversão (não confiando apenas no retrovisor), que quando estacionam e vão abrir a porta do carro se certificam que realmente não vem ninguém, que dá seta até em rua deserta... mas e os que não fazem essas coisas? É aí que mora o perigo. É aí que me sinto desprotegida apenas com capacete, jaqueta, luvas e botas. O marido sempre diz que na moto nosso corpo é o para-choque e não tenho como discordar dele. Tento me proteger da forma que dá, ou seja, usando equipamentos de proteção e ficando muito atenta. E é uma delícia sentir o vento rs.

 Mas como desistir não é opção, vamos em frente e com cuidado nas curvas ;)